Venho, nessa postagem, dar uma demonstração de perplexidade. Chico Buarque de Hollanda, o sujeito que eu elogiei tantas vezes nesse blog, simplesmente gravou uma música com um indivíduo chamado Zezé di Camargo.
Se fosse em outras épocas, eu não acreditaria. Todavia, Chico aos poucos vem dando os seus sinais de insanidade. Primeiro, gravando uma versão discoteca de "Roda Viva" com a Fernanda Porto. Depois, uma participação no CD da conceituadíssima cantora Babi, cantado "à flor da pele". Logo após, um show em que dividiu palco com a Sandy. Achei que tudo não passava de artimanhas de um velho tarado, para seduzir essas cantoras. No entanto, dessa vez não tem desculpa. Chico enlouqueceu. Assim como Nabucodonozor, Chico agora come erva como os bois.
É extremamente lamentável uma carreira tão suntuosa terminar dessa forma. Eu sempre defendi Chico Buarque, sempre o achei um astro. Mas agora, o que eu mais desejo é ver o Chico descendo à sepultura. Chico Buarque simplesmente deixou de ser homem. E daí para cantar "Um tapinha não dói" em trio-elétrico, como Caetano Veloso (um ex-músico em atividade, que num passado distante foi um dos ícones da Tropicália), é apenas um passo.
Creio que a carreira pseudo-literária do Chico destruiu todos os seus neurônios. Agora, ele é um zumbi que não consegue raciocinar, e que aceita qualquer microfone para cantar alguma música. No lugar de "Cérebro, cérebro", Chico grunhe "Gravadora, gravadora..". É o fim de Chico Buarque. Não há mais volta.
Portanto Chico, morra logo. É o meu mais profundo desejo. Morra logo antes que eu ganhe asco de você. Triste, triste!
"Perder a razão é uma coisa terrível. Antes morrer. A um morto consideramos com respeito, rezamos por ele. A morte fá-lo igual a todos. Enquanto um homem privado da sua razão deixou de ser homem. " (Alexander Puschkine)


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